EZ Trade Center - Redução de Custos
63% das empresas portuguesas quer reduzir custos com escritórios
2017-12-21

Ao eleger o espaço de trabalho, cada vez mais as empresas, independentemente da sua dimensão, irão optar por um serviço em vez de contratos de arrendamento de prazo fixo.

Quase dois terços das empresas portuguesas (63%) pretendem reduzir os custos que têm com os escritórios. Esta é uma das conclusões do estudo do fornecedor global de locais de trabalho Regus.

A necessidade de reduzir os custos fixos do escritório é considerada uma prioridade mais premente para as empresas, com o estudo a registar uma taxa no inquérito nacional 12 pontos percentuais superior à média global.

O estudo regista que 34% das empresas a nível global afirmou acreditar que a tendência de escritórios flexíveis e não os modelos tradicionais está em crescendo. E as empresas em Portugal concordam (32%).

Em particular, as grandes empresas podem concluir que estão a ter custos elevados de manutenção e utilização de espaço que não tem sido usado de modo eficiente.

Segundo os 20 mil profissionais em todo o mundo que a Regus auscultou, os contratos de arrendamento vinculam as empresas a um espaço de escritório e não salvaguardam eventuais mudanças que venham a ser necessárias ao negócio. Ao caminhar-se para um trabalho mais flexível significa que as secretárias nem sempre estão a ser usadas na sua totalidade.

Em termos globais, 43% dos inquiridos exigem trabalhar mais perto de casa no próximo ano, levando as empresas a escolher espaços de trabalho que possam adaptar-se a essa força de trabalho em evolução. O mesmo se verifica a nível nacional, com 25% dos profissionais portugueses a exercer essa pressão.

Outras conclusões do estudo mostram que: 28% dos entrevistados consideram que a tendência para o trabalho flexível se aplicará especificamente às pequenas empresas. No caso dos portugueses: 44%.

Já 38% afirmam que a busca de maior agilidade é outro importante motor de trabalho flexível, bem como evitar contratos de arrendamento fixos (37%), que dificultam a necessidade de expansão e contratação rápida. No caso dos portugueses, 48% e 52%, respetivamente.

“O espaço de trabalho como um serviço permite que as empresas respondam às necessidades de evolução com poucos aborrecimentos e custos. Faz sentido que empresas pequenas e em crescimento optem por uma base flexível, em vez de se comprometerem com um espaço que pode não se adequar às suas demandas futuras. Isto, por sua vez, permite-lhes buscar ajuda extra rapidamente quando necessário ou reduzir a escala sem enfrentar o problema das mesas desocupadas”, revela Jorge Valdeira, Country Manager da Regus Portugal. 


Fonte: O Jornal Económico 

Autora: Fernanda Pedro

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